Augusta Gaspar
Universidade Católica Portuguesa, Psychology, Faculty Member
- Emotion, Biopsychology, Development Studies, Psychology, Biology, Human Ethology, and 24 moreAnthropology, Human Evolution, Child Development, Personality, Ethology, Facial expression, Facial Recognition, Universals, Behavioral Primatology, Bonobos, Chimpanzee, Philosophy of Mind, Neuroscience, Social Psychology, Artificial Intelligence, Bonobo, Archaeology, Cognitive Psychology, Mental Health, Cognitive Neuroscience, Decision Making, Neuropsychology, Theory of Mind, and Comparative psychologyedit
Research Interests:
Social Anxiety affects a significant number of people, limiting their personal and social life. We describe an interactive Virtual Reality approach to the exposure therapy for social anxiety, resorting to virtual characters that exhibit... more
Social Anxiety affects a significant number of people, limiting their personal and social life. We describe an interactive Virtual Reality approach to the exposure therapy for social anxiety, resorting to virtual characters that exhibit combinations of facial and body expressions controllable in real-time by the therapist. The application described in this paper updates and significantly improves a former version: ameliorating the graphical quality of the virtual characters and providing them with the ability of articulating a set of sentences. The application executes in ordinary computers and it is easily used in counselling and research contexts. Although we have only resorted to free or very low cost 3D models of virtual humans, we adopted strategies to obtain an adequate final quality that we were able to validate with a significant number of observers. Moreover, a set of therapists tested the application and gave positive feedback about its potential effectiveness in Virtual Reality Exposure Therapy.
Research Interests:
Quando o João me lançou o desafio de elaborar um capítulo para este livro, pensámos que falaria sobretudo no que se passa no cérebro do indivíduo bem-disposto. Mas a boa disposição faz tanto sentido de um ponto de vista biológico, que ter... more
Quando o João me lançou o desafio de elaborar um capítulo para este livro, pensámos que falaria sobretudo no que se passa no cérebro do indivíduo bem-disposto. Mas a boa disposição faz tanto sentido de um ponto de vista biológico, que ter a perceção da sua importância na nossa vida enquanto animais, na nossa sobrevivência, no desenvolvimento das nossas crianças, na nossa sociabilidade e na nossa saúde, leva-nos a estender o alcance do capítulo um pouco mais: a um resumo da psicobiologia da boa disposição, mostrando os dispositivos que temos, fruto da nossa herança evolutiva, para convivermos de uma forma positiva. A expressão “rir é o melhor remédio” traduz a convicção de que a busca ativa de um ângulo otimista para os acontecimentos, da pró-atividade na busca do bom humor, resulta em consequências positivas para o indivíduo, quer na sua vida social e pessoal, quer na sua saúde física e mental. E a investigação recente nas neurociências e em psicologia positiva apoiam-na. Mas também aqui alertamos para os limites do conhecimento atual e para a prudência de não se deixar iludir por promessas exageradas que invocam a ciência para vender “tratamentos alternativos”.
Research Interests:
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A empatia é um constructo importante, objeto crescente de investigação na atualidade e recentemente reconhecida como um mecanismo biológico que muito contribui para a homeostasia social e sucesso das sociedades humanas. Neste capítulo... more
A empatia é um constructo importante, objeto crescente de investigação
na atualidade e recentemente reconhecida como um mecanismo biológico que
muito contribui para a homeostasia social e sucesso das sociedades humanas.
Neste capítulo centro-me em três aspetos da empatia: esclarecer no que consiste
empatia, pois é possível encontrarmos estudos com resultados muito divergentes
entre si, e isso deve-se sobretudo ao facto de fazerem recurso de medidas
distintas de empatia, algumas das quais, não traduzem realmente empatia; dado
que a empatia está ligada à cooperação, à ajuda interpessoal, ao altruísmo, ela
é um aspeto do comportamento humano que envolve custos e por vezes sacrifícios
muito elevados; neste âmbito, o senso comum leva-nos com frequência
para a ideia de que ela é uma segunda natureza, algo que temos de construir
sobre a natureza humana, mais egoísta, menos empática. Neste ponto, farei a
revisão de estudos que permitem refutar esta ideia e que, pelo contrário, apontam
para a empatia como um aspeto essencial da natureza humana, uma chave
para a sobrevivência das comunidades da nossa espécie. Finalmente, e atendendo
a que a empatia é um traço desejável, e mesmo após o argumento de
que faz parte da natureza humana é reconhecido que nem todos os humanos
a apresentam por igual, discutem-se estratégias que poderão conduzir a uma
estimulação da empatia enquanto traço num indivíduo, mas também enquanto
resposta imediata a uma situação.
na atualidade e recentemente reconhecida como um mecanismo biológico que
muito contribui para a homeostasia social e sucesso das sociedades humanas.
Neste capítulo centro-me em três aspetos da empatia: esclarecer no que consiste
empatia, pois é possível encontrarmos estudos com resultados muito divergentes
entre si, e isso deve-se sobretudo ao facto de fazerem recurso de medidas
distintas de empatia, algumas das quais, não traduzem realmente empatia; dado
que a empatia está ligada à cooperação, à ajuda interpessoal, ao altruísmo, ela
é um aspeto do comportamento humano que envolve custos e por vezes sacrifícios
muito elevados; neste âmbito, o senso comum leva-nos com frequência
para a ideia de que ela é uma segunda natureza, algo que temos de construir
sobre a natureza humana, mais egoísta, menos empática. Neste ponto, farei a
revisão de estudos que permitem refutar esta ideia e que, pelo contrário, apontam
para a empatia como um aspeto essencial da natureza humana, uma chave
para a sobrevivência das comunidades da nossa espécie. Finalmente, e atendendo
a que a empatia é um traço desejável, e mesmo após o argumento de
que faz parte da natureza humana é reconhecido que nem todos os humanos
a apresentam por igual, discutem-se estratégias que poderão conduzir a uma
estimulação da empatia enquanto traço num indivíduo, mas também enquanto
resposta imediata a uma situação.
Research Interests:
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A Ansiedade Social afeta um número significativo de pessoas, limitando-as na vida pessoal e social, e apresentando um nível de comorbilidade elevado com a depressão. Neste artigo descrevemos um projeto que aplica Realidade Virtual,... more
A Ansiedade Social afeta um número significativo de pessoas, limitando-as na vida pessoal e social, e apresentando um
nível de comorbilidade elevado com a depressão. Neste artigo descrevemos um projeto que aplica Realidade Virtual,
interativa, para a terapia de exposição da Ansiedade Social, recorrendo a Personagens Virtuais exibindo combinações
de expressões faciais e corporais. A aplicação descrita neste artigo atualiza e melhora significativamente uma versão
anterior, sobretudo no que respeita à qualidade gráfica dos personagens virtuais; é executada em computadores
vulgares, sem equipamentos dispendiosos, sendo facilmente utilizada em contextos de aconselhamento e investigação.
A possibilidade de controlar de forma minuciosa as expressões faciais permite o seu uso em contextos de investigação
do comportamento não-verbal. Embora se tenha recorrido apenas a modelos gratuitos ou de muito baixo custo,
adotaram-se estratégias que permitiram obter a qualidade adequada, facto que conseguimos validar através de testes
com um conjunto significativo de observadores.
nível de comorbilidade elevado com a depressão. Neste artigo descrevemos um projeto que aplica Realidade Virtual,
interativa, para a terapia de exposição da Ansiedade Social, recorrendo a Personagens Virtuais exibindo combinações
de expressões faciais e corporais. A aplicação descrita neste artigo atualiza e melhora significativamente uma versão
anterior, sobretudo no que respeita à qualidade gráfica dos personagens virtuais; é executada em computadores
vulgares, sem equipamentos dispendiosos, sendo facilmente utilizada em contextos de aconselhamento e investigação.
A possibilidade de controlar de forma minuciosa as expressões faciais permite o seu uso em contextos de investigação
do comportamento não-verbal. Embora se tenha recorrido apenas a modelos gratuitos ou de muito baixo custo,
adotaram-se estratégias que permitiram obter a qualidade adequada, facto que conseguimos validar através de testes
com um conjunto significativo de observadores.
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Prototypical facial expressions of emotion, also known as universal facial expressions, are the underpinnings of most research concerning recognition of emotions in both adults and children. Data on natural occurrences of these prototypes... more
Prototypical facial expressions of emotion, also known as universal facial expressions, are the underpinnings of most research concerning recognition of emotions in both adults and children. Data on natural occurrences of these prototypes in natural emotional contexts are rare and difficult to obtain in adults. By recording naturalistic observations targeted at emotional contexts in day-to-day kindergarten activities, we investigated the spontaneous facial behavior of 3-year-old children in order to explore associations between context and facial activity and verify the degree of matching between the well-known adult prototypes and facial configurations actually produced by children. When taken individually, most facial actions matched those that comprise the respective emotion prototypical face, but full facial configurations with all characteristic facial actions were scarce but for joy.
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Rocha, S, Gaspar, A & Llorente, M (2008). Assessment of two Enrichment strategies in the Rehabilitation of three rescued chimpanzees at the MONA Foundation Sanctuary. Proceedings of the APP-APE Meeting «Iberian Primatology: Present and Future Challenges» . Folia Primatologica 79(5): 304 (abstract)more
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Multiple dimensions of facial expression research are reviewed with emphasis in the study of species’ homology in both facial action single components and patterns or gestalten. Research over the last 30 years has revealed human universal... more
Multiple dimensions of facial expression research are reviewed with emphasis in the study of species’ homology in both facial action single components and patterns or gestalten. Research over the last 30 years has revealed human universal patterns and some cross-species gestalten that appear as homologies. Recently, researchers are looking into the importance of individuality markers in facial behavior, which can play an important role in the fitness of individuals living in complex social systems and thus might be traceable in their evolutionary path. Chimpanzees, bonobos, and humans were in the center of most of this research with research results pointing toward homologies within the Homo–Pan clade.
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Research Interests: Ethics and Animal Welfare
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Gaspar, A. (2001). [Facial Behavior in Pan and Homo: Contribution to the Evolutionary Study Of Facial Expressions]/ Comportamento Facial em Pan e Homo: Contribuição para o Estudo Evolutivo das Expressões Faciais. Doctoral Dissertation in Biological Anthropology. Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa.more
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Research Interests: Ethics and Animal Welfare
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(2011, September). Rocha, S. Gaspar, A., Emauz, Llorente, M. and Feliu, O. , What constitutes positive vs negative stimuli for a chimpanzee and how do we find it out in the field? presented at the 4th Congress of the European Federation for Primatology and III Iberian Primatological Conference joint meeting, held in Almada Portugal 14-17 September 2011.more
Research Interests: Emotion and Chimpanzees
Research Interests:
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Evolution has not left the important events of birthing and the ensuing nurturance and bonding either to chance or to the vagaries of individual learning. (Jaak Panksepp, Affective Neuroscience: 248)
