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Social Anxiety affects a significant number of people, limiting their personal and social life. We describe an interactive Virtual Reality approach to the exposure therapy for social anxiety, resorting to virtual characters that exhibit... more
Social Anxiety affects a significant number of people, limiting their personal and social life. We describe an interactive Virtual Reality approach to the exposure therapy for social anxiety, resorting to virtual characters that exhibit combinations of facial and body expressions controllable in real-time by the therapist. The application described in this paper updates and significantly improves a former version: ameliorating the graphical quality of the virtual characters and providing them with the ability of articulating a set of sentences. The application executes in ordinary computers and it is easily used in counselling and research contexts. Although we have only resorted to free or very low cost 3D models of virtual humans, we adopted strategies to obtain an adequate final quality that we were able to validate with a significant number of observers. Moreover, a set of therapists tested the application and gave positive feedback about its potential effectiveness in Virtual Reality Exposure Therapy.
Simple Summary: Legislation and guidelines governing biomedical research with humans and non-human primates (NHPs) rely on different ethical frameworks. In this paper we argue that the main ethical framework used to assess and justify NHP... more
Simple Summary: Legislation and guidelines governing biomedical research with humans and non-human primates (NHPs) rely on different ethical frameworks. In this paper we argue that the main ethical framework used to assess and justify NHP experimentation is inadequate for its purpose. We propose a change of framework that we believe would benefit NHPs and improve research quality. Abstract: Basic and applied laboratory research, whenever intrusive or invasive, presents substantial ethical challenges for ethical committees, be it with human beings or with non-human animals. In this paper we discuss the use of non-human primates (NHPs), mostly as animal models, in laboratory based research. We examine the two ethical frameworks that support current legislation and guidelines: deontology and utilitarianism. While human based research is regulated under deontological principles, guidelines for laboratory animal research rely on utilitarianism. We argue that the utilitarian framework is inadequate for this purpose: on the one hand, it is almost impossible to accurately predict the benefits of a study for all potential stakeholders; and on the other hand, harm inflicted on NHPs (and other animals) used in laboratory research is extensive despite the increasing efforts of ethics committees and the research community to address this. Although deontology and utilitarianism are both valid ethical frameworks, we advocate that a deontological approach is more suitable, since we arguably have moral duties to NHPs. We provide suggestions on how to ensure that research currently conducted in laboratory settings shifts towards approaches that abide by deontological principles. We assert that this would not impede reasonable scientific research.
O interesse pelo estudo das relações entre humanos e animais tem vindo a crescer nos últimos anos, mas a empatia para com animais é um tema ainda recente na literatura, levando a uma maior necessidade de desenvolver instrumentos adequados... more
O interesse pelo estudo das relações entre humanos e animais tem vindo a crescer nos últimos anos, mas a empatia para com animais é um tema ainda recente na literatura, levando a uma maior necessidade de desenvolver instrumentos adequados para a medir. A Escala de Empatia para com Animais (EEA) é o instrumento mais utilizado, tendo por isso sido escolhido para o presente estudo. A EEA foi inicialmente traduzida para português, de seguida foi feita uma análise exploratória através do modelo de componentes principais (com 148 participantes) onde se obteve um modelo com dois componentes, os quais se denominaram de Ligação Emocional com Animais (LEA) e Preocupação Empática com os Animais (PEA). A estrutura do modelo foi reforçada com uma análise confirmatória (com 204 participantes). A estrutura final reporta um modelo bem ajustado, com um bom nível de consistência interna, tanto da escala global, como das suas subescalas. Foi encontrada uma correlação significativa e positiva entre a EEA e outra escala de empatia traço dirigida a humanos (Interpersonal Reactivity Index – IRI), o que veio reforçar a validade de constructo deste instrumento para a sua utilização no panorama nacional. Introdução Empatia A empatia humana é um tema em crescimento desde a primeira vez que foi traduzido do alemão (Titchener, 1909), dando origem ao aparecimento de uma vasta literatura sobretudo no que refere à sua definição. A empatia tem uma função muito importante nas relações entre os membros de um grupo social, sendo esta capacidade de percebermos e respondermos adequadamente às emoções dos outros considerada o pilar da emergência dos comportamentos pro-sociais, aumentando assim a coesão e sobrevivência do grupo (para uma revisão ver Castro, Gaspar, & Vicente, 2010; Gaspar 2014). De uma forma geral, a empatia é definida como a capacidade de nos colocarmos no lugar de outro, o que envolve não só a compreensão do estado emocional de outra pessoa, mas também a capacidade de nos sentirmos afectados por essa mesma emoção (Blair, 2005; Hoffman, 1977), 189 A correspondência relativa a este artigo deverá ser enviada para:
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It has long been recognized that behavior evolves as do other traits and that it may have great impact on evolution. It tends to be conservative when survival and fast responding are at stake, and because of that, similar patterns can be... more
It has long been recognized that behavior evolves as do other traits and
that it may have great impact on evolution. It tends to be conservative when survival
and fast responding are at stake, and because of that, similar patterns can
be found across populations or species, typical in their form and intensity, and
often also typical in context and consequence. Such fixed stereotypic patterns that
evolved to communicate are known as displays, and their phylogenies can virtually
be traced. In this chapter, we contrast and discuss two coexisting trends in the
study of the meaning and origins of human facial expression: one, with a tradition
of exploring cross-cultural commonalities in the recognition of facial expression,
that may indicate species-specific displays of emotion (prototypical facial
expressions) and another that builds upon the growing evidence that such expressive
prototypes are outnumbered by a diversity of facial compositions that, even
in emotional situations, vary in relation to culture, context, group, maturation, and
individual factors. We present behavioral studies that look at links between basic
emotion and facial actions in both human and non-human primates and discuss the
role of multiple factors in facial action production and interpretation.
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Quando o João me lançou o desafio de elaborar um capítulo para este livro, pensámos que falaria sobretudo no que se passa no cérebro do indivíduo bem-disposto. Mas a boa disposição faz tanto sentido de um ponto de vista biológico, que ter... more
Quando o João me lançou o desafio de elaborar um capítulo para este livro, pensámos que falaria sobretudo no que se passa no cérebro do indivíduo bem-disposto. Mas a boa disposição faz tanto sentido de um ponto de vista biológico, que ter a perceção da sua importância na nossa vida enquanto animais, na nossa sobrevivência, no desenvolvimento das nossas crianças, na nossa sociabilidade e na nossa saúde, leva-nos a estender o alcance do capítulo um pouco mais: a um resumo da psicobiologia da boa disposição, mostrando os dispositivos que temos, fruto da nossa herança evolutiva, para convivermos de uma forma positiva. A expressão “rir é o melhor remédio” traduz a convicção de que a busca ativa de um ângulo otimista para os acontecimentos, da pró-atividade na busca do bom humor, resulta em consequências positivas para o indivíduo, quer na sua vida social e pessoal, quer na sua saúde física e mental. E a investigação recente nas neurociências e em psicologia positiva apoiam-na. Mas também aqui alertamos para os limites do conhecimento atual e para a prudência de não se deixar iludir por promessas exageradas que invocam a ciência para vender “tratamentos alternativos”.
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A empatia é um constructo importante, objeto crescente de investigação na atualidade e recentemente reconhecida como um mecanismo biológico que muito contribui para a homeostasia social e sucesso das sociedades humanas. Neste capítulo... more
A empatia é um constructo importante, objeto crescente de investigação
na atualidade e recentemente reconhecida como um mecanismo biológico que
muito contribui para a homeostasia social e sucesso das sociedades humanas.
Neste capítulo centro-me em três aspetos da empatia: esclarecer no que consiste
empatia, pois é possível encontrarmos estudos com resultados muito divergentes
entre si, e isso deve-se sobretudo ao facto de fazerem recurso de medidas
distintas de empatia, algumas das quais, não traduzem realmente empatia; dado
que a empatia está ligada à cooperação, à ajuda interpessoal, ao altruísmo, ela
é um aspeto do comportamento humano que envolve custos e por vezes sacrifícios
muito elevados; neste âmbito, o senso comum leva-nos com frequência
para a ideia de que ela é uma segunda natureza, algo que temos de construir
sobre a natureza humana, mais egoísta, menos empática. Neste ponto, farei a
revisão de estudos que permitem refutar esta ideia e que, pelo contrário, apontam
para a empatia como um aspeto essencial da natureza humana, uma chave
para a sobrevivência das comunidades da nossa espécie. Finalmente, e atendendo
a que a empatia é um traço desejável, e mesmo após o argumento de
que faz parte da natureza humana é reconhecido que nem todos os humanos
a apresentam por igual, discutem-se estratégias que poderão conduzir a uma
estimulação da empatia enquanto traço num indivíduo, mas também enquanto
resposta imediata a uma situação.
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A Ansiedade Social afeta um número significativo de pessoas, limitando-as na vida pessoal e social, e apresentando um nível de comorbilidade elevado com a depressão. Neste artigo descrevemos um projeto que aplica Realidade Virtual,... more
A Ansiedade Social afeta um número significativo de pessoas, limitando-as na vida pessoal e social, e apresentando um
nível de comorbilidade elevado com a depressão. Neste artigo descrevemos um projeto que aplica Realidade Virtual,
interativa, para a terapia de exposição da Ansiedade Social, recorrendo a Personagens Virtuais exibindo combinações
de expressões faciais e corporais. A aplicação descrita neste artigo atualiza e melhora significativamente uma versão
anterior, sobretudo no que respeita à qualidade gráfica dos personagens virtuais; é executada em computadores
vulgares, sem equipamentos dispendiosos, sendo facilmente utilizada em contextos de aconselhamento e investigação.
A possibilidade de controlar de forma minuciosa as expressões faciais permite o seu uso em contextos de investigação
do comportamento não-verbal. Embora se tenha recorrido apenas a modelos gratuitos ou de muito baixo custo,
adotaram-se estratégias que permitiram obter a qualidade adequada, facto que conseguimos validar através de testes
com um conjunto significativo de observadores.
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O uso da Realidade Virtual na Terapia de Exposição (RVTE) permite que um paciente seja exposto à situação temida, sem recorrer a uma exposição real o que é particularmente vantajoso quando a reprodução da situação real é dispendiosa ou... more
O uso da Realidade Virtual na Terapia de Exposição (RVTE) permite que um paciente seja exposto
à situação temida, sem recorrer a uma exposição real o que é particularmente vantajoso quando a
reprodução da situação real é dispendiosa ou envolve risco físico. Neste artigo apresentamos uma
aplicação Web que apoia o terapeuta no uso da terapia de exposição em pacientes com medo de
atravessar túneis. Esta aplicação contém um conjunto de animações de cenários virtuais que recriam
travessias de túneis, observadas do ponto de vista do passageiro ao lado do condutor, recriando uma
situação em que o paciente não tem controlo relativamente ao que vai experienciar.
Descrevemos ainda um estudo com utilizadores que envolveu duas vertentes: uma com terapeutas
para avaliar a utilidade potencial da presente aplicação no domínio da RVTE e outra com
participantes voluntários para comparar a sensação de presença quando as animações são observadas
numa projeção ou num modelo recente de equipamento de Realidade Virtual imersiva, constituído
por uma estrutura que suporta um smartphone.
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Prototypical facial expressions of emotion, also known as universal facial expressions, are the underpinnings of most research concerning recognition of emotions in both adults and children. Data on natural occurrences of these prototypes... more
Prototypical facial expressions of emotion, also known as universal facial expressions, are the underpinnings of most research concerning recognition of emotions in both adults and children. Data on natural occurrences of these prototypes in natural emotional contexts are rare and difficult to obtain in adults. By recording naturalistic observations targeted at emotional contexts in day-to-day kindergarten activities, we investigated the spontaneous facial behavior of 3-year-old children in order to explore associations between context and facial activity and verify the degree of matching between the well-known adult prototypes and facial configurations actually produced by children. When taken individually, most facial actions matched those that comprise the respective emotion prototypical face, but full facial configurations with all characteristic facial actions were scarce but for joy.
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Multiple dimensions of facial expression research are reviewed with emphasis in the study of species’ homology in both facial action single components and patterns or gestalten. Research over the last 30 years has revealed human universal... more
Multiple dimensions of facial expression research are reviewed with emphasis in the study of species’ homology in both facial action single components and patterns or gestalten. Research over the last 30 years has revealed human universal patterns and some cross-species gestalten that appear as homologies. Recently, researchers are looking into the importance of individuality markers in facial behavior, which can play an important role in the fitness of individuals living in complex social systems and thus might be traceable in their evolutionary path. Chimpanzees, bonobos, and humans were in the center of most of this research with research results pointing toward homologies within the Homo–Pan clade.
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Evolution has not left the important events of birthing and the ensuing nurturance and bonding either to chance or to the vagaries of individual learning. (Jaak Panksepp, Affective Neuroscience: 248)
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